CNN: Why it could be a good idea to ditch your running watch

03/11/2021
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A matéria da CNN descreve a maneira pela qual ter acesso a muitas informações em forma de dados pode ser prejudicial para a prática esportiva e a saúde de quem a realiza. Na linha do que muitos colegas têm postado, no novo universo de hiper-conexão a tempo real, e de muita informação circulando, o desgaste de nossa saúde mental pode vir de diversas formas diante dos estímulos e comparações constantes. Nessa notícia, a sugestão de largar os relógios de corrida e demais dispositivos que transformem os exercícios ou corridas casuais em dados vem como uma liberação de que nem tudo precisa ser calculado ou postado e que devemos priorizar o que nos faz bem para a saúde (mental e física). Enviado por Marina Galesso Faustino

Notícia de Lauren Kent na CNN: https://edition.cnn.com/2021/10/26/health/ditch-running-watch-wellness/index.html

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Daniele da Silva dilly
26 dias atrás

Reflexão muito interessante! Não pude deixar de remeter à famosa frase que sempre vemos na internet: “Se não postar não funciona”. É muito interessante essa ideia de que qualquer coisa não compartilhada nas redes é como se não tivesse acontecido. Acredito que a informação trazida na reportagem, de que as pessoas tendem a não fazer seu exercício quando seus relógios estão sem bateria para computar os dados, reflete bem isso. Quando tratamos de saúde é muito importante ter em mente de que cada corpo é diferente e irá se beneficiar do exercício em ritmos e padrões distintos. Comparar os minutos de corrida ou os km percorridos não significam mais saúde para quem compartilha e podem estar prejudicando a saúde mental de quem visualiza. É claro que todo conteúdo que incentive práticas saudáveis é bem vindo, porém é preciso estar atento para não cair em armadilhas da internet. Uma vez vi uma reportagem que refletia sobre como o padrão das “Kardashian” estava influenciando a saúde de adolescente estadunidenses que constantemente se comparam com pessoas que tem uma equipe completa (esteticistas, nutricionistas, cozinheiros, personais, cirurgiões etc..) para construir a imagem que vendem. Como conclui a reportagem, às vezes fazer o simples, como correr pelo simples prazer de correr, é mais relevante do que buscar um patamar inalcançável.

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