Lei de Saúde de Trump transfere recursos de pobre e doente para rico

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A revogação do Obamacare era uma promessa de Donald Trump desde sua campanha presidencial; agora, tal revogação e a aprovação de uma nova proposta de reforma do sistema de saúde se constitui em prioridade legislativa de seu governo. Na última quinta-feira (04/05), a nova Lei de Saúde Americana foi aprovada pela Câmara dos Deputados dos Estados Unidos.

O Obamacare (ou Affordable Care Act) foi aprovado pelo ex-presidente Barack Obama sob a forma de lei no ano de 2010, e foi responsável por importantes mudanças no sistema de saúde dos EUA. Ele visava permitir a expansão e melhoria do acesso da população ao atendimento à saúde no país, e ao mesmo tempo regular a indústria dos planos de saúde e reduzir os gastos com saúde.

Após a eleição do atual presidente Donald Trump, os Republicamos estão propondo uma substituição dessa lei por outra, também chamada de “Trumpcare”. O novo plano toca em questões ligadas a cobertura de planos de saúde e pessoas com histórico passado de doenças. Nessa notícia, é claramente demonstrado como recursos são retirados de pobres, doentes e mais velhos, enquanto jovens, ricos e pessoas sem doenças pré-existentes são beneficiadas.

A lei ainda deve passar pelo Senado e ser submetida a modificações, mas a aprovação na Câmara dos Deputados já representa uma vitória para Donald Trump, que recentemente completou 100 dias no poder. Se aprovada pelo Senado, dará força ainda maior ao presidente, e ainda poderá impactar pontos extremamente delicados que Trump deseja tocar na política norte-americana após a reforma na saúde (como a reforma tributária, por exemplo).

Link para a notícia: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2017/05/1881328-lei-de-saude-de-trump-transfere-recursos-de-pobre-e-doente-para-rico.shtml

Enviado por Juliana Caires

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Um pensamento sobre “Lei de Saúde de Trump transfere recursos de pobre e doente para rico

  1. O projeto de Trump enfrenta obstáculos dentro do próprio Partido Republicano, tendo passado com 217 votos a favor e 213 contra. Alguns republicanos moderados se mostram hesitantes frente à possibilidade de aprovação da lei, principalmente após o Escritório de Orçamento do Governo ter anunciado que 14 milhões de pessoas ficariam sem seu seguro ao fim de 2018. A disputa deve ficar ainda mais acirrada na Câmara Alta, na qual os republicanos têm somente seis senadores a mais. Ambos os partidos sabem a quem a proposta de Trump visa favorecer e, concomitantemente, à custa de quem ela pretende funcionar.

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