Para a ONU, faz-se necessário um aumento radical do investimento em saneamento e em água

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou, no dia 13 de abril, nota sobre o Relatório “UN-Water Global Analysis and Assessment of Sanitation and Drinking-Water (GLAAS) 2017” publicado pela Organização em nome da ONU-Água, mecanismo de coordenação interagencial da ONU para assuntos relacionados à água. O relatório foi elaborado com dados recentes de 75 países e de 25 agências de apoio externo e se referem aos investimentos voltados para a concretização do acesso universal à água potável e saneamento básico, conforme estabelecido nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A nota destaca a conclusão do estudo de que os gastos que visam alcançar as metas relacionadas à água e saneamento não estão crescendo em velocidade e montante suficientes e indica a necessidade de que os recursos financeiros destinados para esses fins sejam geridos de forma eficiente, bem como de que os Estados “intensifiquem seus esforços na busca de novas fontes de financiamento”. Ressalta-se ainda, que o aumento dos gastos com ajuda externa para desenvolvimento, referente aos objetivos já mencionados, foi acompanhado pela redução dos compromissos de assistência, criando um cenário futuro imprevisível, e também a expansão de políticas voltadas para grupos vulneráveis específicos, nos países observados, cuja implementação ainda não está sendo observada.

Link para relatório: http://www.who.int/water_sanitation_health/monitoring/investments/glaas-2016-2017-cycle/en/

Link para notícia: http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2017/water-sanitation-investment/en/

Enviado por Jonathan Santos

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Um pensamento sobre “Para a ONU, faz-se necessário um aumento radical do investimento em saneamento e em água

  1. Infelizmente, ainda hoje não se vê de forma disseminada que assegurar a saúde deve se dar por meio da garantia do mínimo necessário para sobreviver. Nesse sentido, moradia, alimentação, água e saneamento básico constituem as necessidades básicas e mínimas para que os indivíduos possam crescer e viver com saúde. O fato de que estes países se encontrarem em condições que cerceiam a disponibilidade desses bens, o colocam em desigualdade tanto social quanto econômica perante os outros, gerando determinantes sociais na saúde, que precisam ser examinados de perto e geridos por uma política pública capaz de diminuir essas barreiras estruturais.

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