Brasil vive pior epidemia de HIV desde 1981: “Os pais acham que os jovens não transam”

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A jornalista Julieta Jacob fez um programa para discutir a o aumento nos casos de infecção por HIV no Brasil e as políticas do Estado brasileiro para as pessoas portadoras do vírus. Com a participação de trabalhadores da área do HIV/AIDS em Pernambuco, Julieta identifica diversos entraves à prevenção de novas infecções pelo vírus no país: tabus sociais, políticas públicas deficientes e falta de informação. Jô Meneses, da ONG Gestos, identifica que o aumento nos casos de infecções pelo HIV se dá pela redução das ações educativas direcionadas a cada grupo social e da perda de espaço das discussões sobre sexualidade, sobretudo na escola. Ela identifica também que a maior divulgação do tratamento para portadores do vírus fez com que muitas pessoas relaxassem na prevenção, desconsiderando os efeitos colaterais severos dos medicamentos. Há 15 mil mortes decorrentes do HIV por ano no Brasil e, embora o país seja referência na distribuição de remédios para o vírus,  lotes vencidos estão sendo distribuídos e o investimento em medicação não vem acompanhando o aumento no número de pacientes que o demandam.

Enviado por Gustavo Pereira

http://erosdita.ne10.uol.com.br/2017/04/brasil-vive-pior-epidemia-de-hiv-desde-1981-os-pais-acham-que-os-jovens-nao-transam-denuncia-integrante-da-rede-nacional-de-hiv-e-aids/?cmpid=fb-uolnot 

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