Especiais IPPRI_Unesp: Aedes Aegypti

O mosquito Aedes aegypti é um velho conhecido do brasileiro. Ele é vetor, ou seja, tem a capacidade de transmitir doenças ao ser humano. No começo do século 20 transmitia a febre amarela. Então, veio a vacina. Depois assustou com a dengue. Na sequência veio a chikungunya e, desde 2015, autoridades de saúde e a população tomaram conhecimento de que o Aedes aegypti transmite também o vírus zika (ZIKV). A dimensão do progresso do vírus zika colocou em alerta a Organização Mundial de Saúde que prevê avanço em todo o continente americano em curto espaço de tempo. O vírus zika, inicialmente associado a doenças menos graves, revelou-se agressivo. Está ligado a enfermidades neurológicas em bebês e adultos. A gravidade das doenças transmitidas pelo ZIKV expôs o descuido das políticas públicas para a área de saúde nas três esferas de governo.

Com o intuito de colaborar com os esforços para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, o Estado de São Paulo criou a Rede Paulista de Estudos do Vírus Zika, integrada por diversos pesquisadores da Unesp.

O Aedes aegypti e os problemas causados por ele são temas do Projeto Especiais IPPRI_Unesp, realizado pelo Instituto de Políticas  Públicas e Relações Internacionais. A iniciativa visa colaborar com os esforços de informar sobre os avanços da ciência no enfrentamento ao mosquito. Assim, foram entrevistados cinco pesquisadores – biólogos, farmacêutico-bioquímico, médico e advogado -, alguns membros da Rede Paulista de Estudos do Vírus Zika.

Leia aqui.

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