Filantrocapitalismo: o que esse termo representa para a saúde no mundo?

A Revista RETS apresenta para seus leitores a primeira parte de uma resenha do artigo ‘Filantrocapitalismo, passado e presente: a Fundação Rockefeller, a Fundação Gates e os ajustes da saúde global’ , de Anne-Emanuelle Birn, historiadora e professora da Universidade de Toronto. O artigo original, publicado em novembro de 2014, em inglês, no Hypothesis Journal, está disponível gratuitamente em: http://www.hypothesisjournal.com/?p=2503.

Em seu texto, a autora analisa como o financiamento privado vem agindo para definir a agenda global da saúde. Para isso, ela traça um paralelo entre as metas, os paradigmas, os princípios e a forma de atuar (modus operandi) definidos e utilizados, em diferentes contextos históricos, por duas das maiores organizações filantrópicas já existentes – a Fundação Rockefeller (FR) e a Fundação Bill e Melinda Gates (FBMG) –, chamando atenção para a capacidade que essas organizações têm de interferir tanto na governança mundial da saúde quanto na produção científica para o setor. Segundo ela, mais do que nunca é preciso que estejamos atentos a esse tema, e dispostos a contestar o que vem sendo dito, enquanto buscamos algumas alternativas viáveis para o filantrocapitalismo na área da saúde global.

http://www.rets.epsjv.fiocruz.br/sites/default/files/revistas/rets21_pt_0.pdf

Enviado por Isadora Caiuby (Bacharelado em RI/USP)

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