Pandemias e estado de exceção, de Deisy Ventura

CatoniCom a gentil autorização dos organizadores da obra, Marcelo Catoni e Felipe Machado, divulgo um artigo de 2009, publicado no livro Constituição e processo: a resposta do constitucionalismo à banalização do terror (Belo Horizonte, Del Rey/IHJ). Na época em que escrevi este artigo, começava a pandemia de gripe AH1N1. Gosto muito da epígrafe do texto, retirada dos Carnets de Albert Camus: “Eu quero expressar por meio da peste o sufocamento que todos nós sofremos, e a atmosfera de ameaça e de exílio em que vivemos. Eu quero também estender esta interpretação à noção de existência em geral”.  Leia aqui a versão integral do artigo.

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