Panorama da Propriedade Industrial no Brasil, de Graziela Ferrero Zucoloto

Uma pesquisa do Ipea, publicada hoje, traçou o panorama da propriedade industrial no Brasil, com base em estatísticas da OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual – ONU) e da Pintec (Pesquisa de Inovação/IBGE). Entre as conclusões do estudo de Graziela Ferrero Zucoloto, encontram-se as seguintes:

a) Comparado à importância socioeconômica do Brasil, a geração de patentes brasileiras ainda é pouco expressiva;

b) As patentes de não residentes tem dominado historicamente os depósitos no Brasil, e sua importância se tornou ainda maior após a introdução da atual Lei de Propriedade Industrial, em 1996;

c) As patentes depositadas por brasileiros nos escritórios internacionais direcionaram-se não somente para os principais mercados mundiais, como EUA, Europa e Japão, mas também para os países dos BRICS e algumas nações latino-americanas, como México, Colômbia, Chile e Uruguai;
d) Já os depósitos de estrangeiros no Brasil originam-se principalmente de EUA, Alemanha e Japão. Depositantes de países como China e Índia ainda apresentam uma participação reduzida no escritório brasileiro (INPI);

e) O INPI é o 12º maior escritório do mundo, por número de depósitos de patentes recebidos;

f) A participação dos residentes brasileiros no depósito mundial de patentes não apresentou
evolução nas últimas décadas, mantendo uma média de 0,36%.

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